sábado, 24 de janeiro de 2015

Que não nos faltem bons sentimentos. 
Que nos falte egoísmo. 
Que nos sobre paciência. 
Que sejamos capazes de enxergar 
Algo de bom em cada momento ruim que nos acontecer. 
Que não nos falte esperança. 
Que novos amigos cheguem. 
Que antigos sejam reencontrados. 
Que cada caminho escolhido nos reserve boas surpresas.
Que a cada sorriso que uma criança der 
Nos faça ter um bom dia e enxergar uma nova esperança. 
Que cada um de nós saiba ouvir cada conselho 
Dado por uma pessoa mais velha. 
Que não nos falte vontade de sorrir.
Que sejamos leves. Que sejamos livres de preconceitos. 
Que nenhum de nós se esqueça da força que possui. 
Que não nos falte fé e amor.


                                      Caio Fernando de Abreu. 


      









♥♥♠






segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Vou te dizer o que sinto: sabe o que é você dormir pensando em alguém e acordar com esse mesmo alguém na sua cabeça? Como se já não bastasse o meu coração que acelera só quando falo contigo, tinha que dominar também os meus pensamentos? E os meus ouvidos? Parece coligados com minha alma, todo bom som e toda boa musica, me traz você. E os meus olhos, estes são deslumbrados por ti, porque quando os fecho, o seu rosto é a única coisa que consigo ver, de um jeito só meu, um jeito que tive que criar na tentativa de saciar a vontade de te ter. Minha boca já nem mais me obedece, vive falando seu nome sem me deixar perceber. E os meus lábios? Estes vivem na espera de encontrar os seus.
— Caio Fernando Abreu. 

sábado, 24 de maio de 2014


♥♥♥

Dizem que a gente tem o que precisa. Não o que a gente quer. Tudo bem. Eu não preciso de muito. Eu não quero muito. Eu quero mais. Mais paz. Mais saúde.Mais dinheiro. Mais poesia. Mais verdade. Mais harmonia. Mais noites bem dormidas. Mais noites em claro. Mais eu. Mais você. Mais sorrisos, beijos e aquela rima grudada na boca. Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero mais. Quero você. Quero eu. Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu cheiro. Quero aquele olhar que não cansa, o desejo que escorre pela boca e o minuto no segundo seguinte: nada é muito quando é demais.
Caio F Abreu