(…) Eternizar em nós o que vale a pena,
e esquecer definitivamente aquilo que não vale.
É isso.
CFA
Caio F. Abreu possuía um "sorriso que derretia satélites e até corações gelados", me emprestou asas (mesmo de papelão), e sabia traduzir a alma humana de um jeito simples e sincero com sentimentos "inacreditavelmente ternos"